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	<title>Saúde do Trabalhador | IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</title>
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	<description>Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</description>
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	<title>Saúde do Trabalhador | IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</title>
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		<title>Health and work in Brazil: physical and psychosocial demands</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/health-and-work-in-brazil-physical-and-psychosocial-demands/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Oct 2021 21:29:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste artigo as autoras buscam descrever a prevalência e os fatores associados às demandas físicas e psicossociais entre trabalhadores brasileiros. Para isto foi realizado uma regressão logística multivariada com o objetivo de estimar a associação entre demandas e condições de saúde, características ocupacionais e condições de trabalho. Os dados para o estudo foram retirados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2013. Por demanda física as autoras entendem “como trabalhos que requerem esforço físico intenso ou caminhada excessiva, enquanto demanda psicossocial...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste artigo as autoras buscam descrever a prevalência e os fatores associados às demandas físicas e psicossociais entre trabalhadores brasileiros. Para isto foi realizado uma regressão logística multivariada com o objetivo de estimar a associação entre demandas e condições de saúde, características ocupacionais e condições de trabalho. Os dados para o estudo foram retirados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2013. Por demanda física as autoras entendem “como trabalhos que requerem esforço físico intenso ou caminhada excessiva, enquanto demanda psicossocial foi de definida como envolvimento em atividades estressantes”. A pesquisa contou com a participação de 39.590 brasileiros, 54,4% relataram demandas físicas e 35,5% demandas psicossociais no trabalho. Segundo as autoras, os resultados da pesquisa apontam que no Brasil o trabalho apresenta altas “demandas físicas e psicossociais, as quais estão associadas às características ocupacionais e às condições de saúde”. Por fim, o artigo sugere a necessidade de intervenções e políticas orientadas à prevenção das exposições negativas aos trabalhadores, podendo contribuir para melhor qualidade de vida dos brasileiros, da saúde física e psicossocial no ambiente de trabalho. </p>
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		<title>Acompanhamento psicológico preventivo para agentes de segurança pública</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/acompanhamento-psicologico-preventivo-para-agentes-de-seguranca-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 May 2021 21:58:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A autora Caroline Back realiza uma análise crítica do acompanhamento psicológico destinado ao agentes de segurança pública com o objetivo de compreender os ricos de adoecimento psíquico a que tais profissionais estão submetidos. Ademais, a autora discorre sobre as reais possibilidades de minimizar os riscos de adoecimento por meio de ações preventivas. Durante a análise, Back observa os fatores mais relatados pelos profissionais que podem contribuir ou agravar a saúde dos agentes, são eles: risco de vida constante, a morte...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A autora Caroline Back realiza uma análise crítica do acompanhamento psicológico destinado ao agentes de segurança pública com o objetivo de compreender os ricos de adoecimento psíquico a que tais profissionais estão submetidos. Ademais, a autora discorre sobre as reais possibilidades de minimizar os riscos de adoecimento por meio de ações preventivas. Durante a análise, Back observa os fatores mais relatados pelos profissionais que podem contribuir ou agravar a saúde dos agentes, são eles: risco de vida constante, a morte de colegas de profissão, situações traumáticas e a necessidade de realizar atividades externas para complementar a renda. Acerca dos serviços de saúde mental oferecidos pelas instituições de segurança do pais, a autora chama atenção para o fato de que além de não haver a oferta de apoio psicológico em todas as instituições, naquelas em que este serviço ocorre, o profissional encontra diversas barreiras para acessar o atendimento. A autora concluiu expondo a necessidade de priorizar a atuação preventiva dos serviços de apoio psicológico e não somente de situações de momentâneas de crise. </p>
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		<title>Informac?a?o estati?stica e poli?ticas pu?blicas no Brasil: contribuic?o?es de pesquisas do IBGE para as poli?ticas de desenvolvimento social e combate a? fome (2004-2014)</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/informac%cc%a7a%cc%83o-estatistica-e-politicas-publicas-no-brasil-contribuic%cc%a7o%cc%83es-de-pesquisas-do-ibge-para-as-politicas-de-desenvolvimento-social-e-combate-a/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2020 20:19:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;As “estati?sticas pu?blicas importam a?s poli?ticas e a? mudanc?a social”. Esta e?, em si?ntese, a tese para a qual essa monografia pretende contribuir, analisando um peri?odo histo?rico de significativa mudanc?a do paradigma de intervenc?a?o do Estado brasileiro sobre a realidade social, de expansa?o de escopo e escala de poli?ticas pu?blicas, de fortalecimento da capacidade te?cnica-burocra?tica e poli?tico-relacional de governo, de institucionalizac?a?o de mecanismos de participac?a?o social e de complexificac?a?o do Sistema Estati?stico. Mais precisamente, este trabalho procura mostrar como as...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;As “estati?sticas pu?blicas importam a?s poli?ticas e a? mudanc?a social”. Esta e?, em si?ntese, a tese para a qual essa monografia pretende contribuir, analisando um peri?odo histo?rico de significativa mudanc?a do paradigma de intervenc?a?o do Estado brasileiro sobre a realidade social, de expansa?o de escopo e escala de poli?ticas pu?blicas, de fortalecimento da capacidade te?cnica-burocra?tica e poli?tico-relacional de governo, de institucionalizac?a?o de mecanismos de participac?a?o social e de complexificac?a?o do Sistema Estati?stico. Mais precisamente, este trabalho procura mostrar como as estati?sticas colaboraram para as atividades inerentes ao ciclo de formulac?a?o e gesta?o da poli?tica de desenvolvimento social e combate a? fome (PDSCF) e como os programas e ac?o?es desencadeados dessa poli?tica ampliaram e influenciaram o programa de trabalho do IBGE, seja na incorporac?a?o de quesitos em questiona?rios, encarte de suplementos tema?ticos em pesquisas ja? consolidadas, seja na realizac?a?o de novos levantamentos estati?sticos. Com a ampliac?a?o do escopo de estati?sticas disponi?veis por esses instrumentos, te?cnicos, gestores e pesquisadores puderam identificar lacunas de oferta ou avanc?os em intervenc?o?es desencadeadas com informac?a?o parcial ou restrita, permitindo o aprimoramento da pro?pria poli?tica pu?blica. Procura-se mostrar como tre?s levantamentos de larga institucionalidade no IBGE (Censo Demogra?fico, Pesquisa Nacional por Amostra de Domici?lios e Pesquisa de Informac?o?es Ba?sicas Municipais) garantiram a disponibilidade de dados para identificac?a?o microterritorializada da populac?a?o em extrema pobreza, visando a elaborac?a?o de diagno?sticos de capacidade de gesta?o, pessoal e equipamentos para as PDSCF, para monitoramento, ajuste de focalizac?a?o de pu?blicos-alvo e avaliac?a?o da efetividade das ac?o?es de combate a? fome e inseguranc?a alimentar entre 2004 e 2014. Tais informac?o?es tambe?m foram cruciais para fornecer evide?ncias robustas para contrapor-se a narrativas que sistematicamente opunham-se a? ampliac?a?o da agenda de poli?ticas sociais no pai?s. Na introduc?a?o – ampliada- desse trabalho, busca-se explicitar o objeto, a motivac?a?o e, em alguma medida, o enquadramento investigativo dessa monografia na linha de pesquisa de Capacidades Estatais, a sua perspectiva disciplinar no Campo de Pu?blicas e a sua inspirac?a?o neoinstitucionalista de ana?lise de poli?ticas pu?blicas. No primeiro capi?tulo, e? feita uma revisa?o bibliogra?fica acerca das conexo?es entre Estado e estati?stica, evidenciando a relac?a?o histo?rica entre a constituic?a?o do Estado de Bem-Estar e os sistemas estati?sticos nos u?ltimos 200 anos. O capi?tulo seguinte trata da questa?o mais especi?fica desse trabalho, abordando o ci?rculo virtuoso da agenda poli?tica- estati?sticas-poli?ticas pu?blicas, com foco nas PDSCF. Por fim, na conclusa?o, discutem-se os riscos e desafios que o atual momento poli?tico-governamental traz para o Sistema Estati?stico brasileiro.&#8221; (Jannuzzi,P.)</p>
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		<item>
		<title>A Polícia e suas Polícias: Clientela, Hierarquia, Soldado e Bandido</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/a-policia-e-suas-policias-clientela-hierarquia-soldado-e-bandido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2020 20:54:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A partir da Análise Institucional do Discurso, baseada em entrevistas com dez policiais militares do Estado de São Paulo, a autora propõe analisar como os policiais relatam seu trabalho, interpretam a hierarquia institucional e como se posicionam e posicionam sua clientela nestes relatos. A análise das entrevistas possibilitou que Azevedo constatasse que há uma dualidade a respeito da clientela no discursos dos soldados da PMSP: clientela boa e clientela algoz. A clientela boa foi retratada pelos entrevistados como pessoas “despossuídas”...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir da Análise Institucional do Discurso, baseada em entrevistas com dez policiais militares do Estado de São Paulo, a autora propõe analisar como os policiais relatam seu trabalho, interpretam a hierarquia institucional e como se posicionam e posicionam sua clientela nestes relatos. A análise das entrevistas possibilitou que Azevedo constatasse que há uma dualidade a respeito da clientela no discursos dos soldados da PMSP: clientela boa e  clientela algoz. A clientela boa foi retratada pelos entrevistados como pessoas “despossuídas” e desamparadas que depositavam no policial militar a figura de salvador e herói que poderia preencher certas “faltas”. Entretanto, a clientela também configura, segundo os policiais, parte da população que não entende e não se submete a autoridade policial. No discurso dos soldados entrevistados, a clientela  foi dividida entre “suspeitos”- que moram em comunidade, de onde o policial espera um reação negativa – e “algozes” – desembargadores, ministros, advogados, promotores, que por vezes se utilizam da autoridade e do prestígio para humilhar os policiais, mas também garantem o bom trabalho dos mesmos. A hierarquia, na percepção dos policiais, está estreitamente relacionada ao horário rigoroso, controlado e normatizado. O desamparo institucional foi um outro fator bastante mencionado pelos entrevistados e o que, de acordo com a autora, implica que muitas vezes os policiais se desloquem de sua percepção de herói da sociedade para herói dos próprios companheiros de trabalho. </p>
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		<item>
		<title>Representações de adoecimento e cura de pacientes do Centro de Dependência Química do Hospital Central da Marinha</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/representacoes-de-adoecimento-e-cura-de-pacientes-do-centro-de-dependencia-quimica-do-hospital-central-da-marinha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2020 20:31:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O artigo tem por objetivo analisar as representações de adoecimento e cura relacionadas aos diagnósticos de transtorno mental e comportamental em razão do uso de drogas entre militares da Marinha. Além disso, busca investigar a possível relação entre o ambiente de trabalho e o uso de drogas, sobretudo o álcool, dos profissionais. O texto é um recorte de uma pesquisa etnográfica realizada em dois anos, através da observação participante, no Centro de Dependência Química (CEDEQ) da Marinha do Brasil. Contou...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo tem por objetivo analisar as representações de adoecimento e cura relacionadas aos diagnósticos de transtorno mental e comportamental em razão do uso de drogas entre militares da Marinha. Além disso, busca investigar a possível relação entre o ambiente de trabalho e o uso de drogas, sobretudo o álcool, dos profissionais.  O texto é um recorte de uma pesquisa etnográfica realizada em dois anos, através da observação participante, no Centro de Dependência Química (CEDEQ) da Marinha do Brasil. Contou com a observação de 24 sessões de grupoterapia e com entrevistas individuais com 13 pacientes escolhidos de maneira aleatória. Segundo as pesquisadoras,  a ideia de cura difundida pelos pacientes não parece estar relacionada à de doença orgânica ou genética, pois a prescrição parece estar associada a uma terapia onde o diálogo e a troca de experiência aparecem como instrumentos mais eficazes de tratamento. As entrevistas revelaram que para a maioria dos profissionais o ambiente de trabalho tende a desencadear a adicção. Os fatores mais apresentados pelos entrevistadoras  para justificar tal afirmativa foram: o stress relativo à dinâmica e condições laborativas, as oportunidades de beber a bordo com o intuito de atenuar o desgaste, o sentimento de opressão ou a fadiga e as movimentações para outras localidades do país que acabam por afastar o militar do núcleo familiar. </p>
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			</item>
		<item>
		<title>A profissão do policial militar: vivências de prazer e sofrimento no trabalho</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/a-profissao-do-policial-militar-vivencias-de-prazer-e-sofrimento-no-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2020 20:18:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A pesquisa, realizada com policiais militares lotados no interior Rio Grande do Sul, em 2016, busca compreender os fatores que determinam vivências de prazer e sofrimento no cotidiano destes profissionais. Para isso, as pesquisadoras aplicaram questionários sociodemográficos e realizaram entrevistas semiestruturadas com dez policiais militares. A análise dos discursos permitiu concluir que as principais causas de sofrimento são o fardamento desconfortável e o descontentamento com o quadro de funcionários. Já o sentimento de prazer foi relacionado à autonomia no atendimento...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pesquisa, realizada com policiais militares lotados no interior Rio Grande do Sul, em 2016, busca compreender os fatores que determinam vivências de prazer e sofrimento no cotidiano destes profissionais. Para isso, as pesquisadoras aplicaram questionários sociodemográficos e realizaram entrevistas semiestruturadas com dez policiais militares. A análise dos discursos permitiu concluir que as principais causas de sofrimento são o fardamento desconfortável e o descontentamento com o quadro de funcionários. Já o sentimento de prazer foi relacionado à autonomia no atendimento às ocorrências. A pesquisa verificou que os policiais militares costumam adotar certas estratégias de defesa com o objetivo de amenizar o sofrimento derivado do trabalho, destacam-se: resiliência, práticas de sublimação e a não verbalização do sofrimento. Esta última defesa é sustentada, segundo as pesquisadoras, pelo recurso simbólico da virilidade, bastante difundido pelo imaginário cultural gaúcho.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>COVID-19: Emergência e Impactos na Saúde e no Trabalho</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/covid-19-emergencia-e-impactos-na-saude-e-no-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2020 20:14:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por meio de revisão bibliográfica, o artigo busca apresentar os problemas na saúde mental dos profissionais de saúde e da população em geral expostos diretamente aos risco de contaminação da Covid-19. A revisão da literatura internacional revela que entre os profissionais de saúde, sobretudo aqueles que atuam em hospitais e postos de saúde, há sinais de exaustão, redução da empatia, ansiedade, irritabilidade, insônia e decaimento do desempenho profissional. Segundo o artigo, ao longo da expansão do vírus, houve aumento na...</p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/covid-19-emergencia-e-impactos-na-saude-e-no-trabalho/">COVID-19: Emergência e Impactos na Saúde e no Trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por meio de revisão bibliográfica, o artigo busca apresentar os problemas na saúde mental dos profissionais de saúde e da população em geral expostos diretamente aos risco de contaminação da Covid-19. A revisão da literatura internacional revela que entre os profissionais de saúde, sobretudo aqueles que atuam em hospitais e postos de saúde, há sinais de exaustão, redução da empatia, ansiedade, irritabilidade, insônia e decaimento do desempenho profissional. Segundo o artigo, ao longo da expansão do vírus, houve aumento na população em geral de Transtornos Mentais Comuns (TMC), principalmente fadiga, agressividade, estresse agudos, episódios de pânico, manifestação de preditores de estresse pós traumático (TEPT), depressão e ansiedade. O artigo chama atenção para o fato de que ao mesmo tempo em que as redes sociais facilitaram o acesso ao aconselhamento psicológico durante a pandemia, propagou fake news (notícias falsas), contribuindo para a histeria coletiva, o pânico e o excesso de compartilhamento de sentimentos negativos, fatores que não contribuem para a qualidade da saúde mental da população. Por fim, os pesquisadores ressaltam a necessidade de promoção de medidas voltadas ao comportamento seguro, com destaque para o autocuidado.</p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/covid-19-emergencia-e-impactos-na-saude-e-no-trabalho/">COVID-19: Emergência e Impactos na Saúde e no Trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Survey of Insomnia and Related Social Psychological Factors Among Medical Staff Involved in the 2019 Novel Coronavirus Disease Outbreak</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/survey-of-insomnia-and-related-social-psychological-factors-among-medical-staff-involved-in-the-2019-novel-coronavirus-disease-outbreak/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2020 20:13:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O objetivo do artigo é investigar a taxa de prevalência de insônia entre a equipe médica dos hospitais durante o surto de COVID-19 e confirmar os fatores psicológicos e sociais relacionados. A metodologia consistiu em aplicação de questionário (por meio do programa WeChat) aos membros da equipe médica da China, incluindo trabalhadores da saúde que atuaram na linha de frente ao combate do vírus. Os pesquisadores realizaram uma análise de regressão logística para examinar as associações entre fatores sociodemográficos e...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O objetivo do artigo é investigar a taxa de prevalência de insônia entre a equipe médica dos hospitais durante o surto de COVID-19 e confirmar os fatores psicológicos e sociais relacionados. A metodologia consistiu em aplicação de questionário (por meio do programa WeChat) aos membros da equipe médica da China, incluindo trabalhadores da saúde que atuaram na linha de frente ao combate do vírus. Os pesquisadores realizaram uma análise de regressão logística para examinar as associações entre fatores sociodemográficos e os sintomas de insônia, depressão, ansiedade e sinais relacionados ao estresse. A pesquisa constatou que um terço da equipe médica sofreu sintomas de insônia no decorrer do surto de COVID-19. Ainda segundo a pesquisa, os sintomas de insônia podem ser associados ao nível de escolaridade do profissional de saúde, que em sua maioria é médico e que trabalhou durante o surto em uma unidade de isolamento. Este profissional apresentou preocupações com a COVID-19 e identificou falta de auxílio em termos de apoio psicológico das mídias sociais e de comunicação em relação ao vírus. De acordo com os pesquisadores, intervenções para tratar da insônia entre a equipe médica são necessárias considerando os vários fatores sociopsicológicos envolvidos neste cenário de pandemia.</p>
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		<title>Adoecimento e sofrimento de professores universitários: dimensões afetivas e ético-políticas</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/adoecimento-e-sofrimento-de-professores-universitarios-dimensoes-afetivas-e-etico-politicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2020 20:02:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo de identificar e analisar os diagnósticos relativos à saúde mental de professores universitários, o autor realizou entrevistas semiestruturadas com professores de distintas unidades acadêmicas. Além disso, analisou documentos sobre o processo de expansão e interiorização de uma universidade federal e seu impacto no processo de saúde e adoecimento dos docentes. A consulta aos livros da junta médica acerca dos afastamentos por problemas de saúde dos professores da referida universidade também foi foco metodológico. A pesquisa concluiu que...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de identificar e analisar os diagnósticos relativos à saúde mental de professores universitários, o autor realizou entrevistas semiestruturadas com professores de distintas unidades acadêmicas. Além disso, analisou documentos sobre o processo de expansão e interiorização de uma universidade federal e seu impacto no processo de saúde e adoecimento dos docentes. A consulta aos livros da junta médica acerca dos afastamentos por problemas de saúde dos professores da referida universidade também foi foco metodológico. A pesquisa concluiu que o sofrimento docente tem estreita relação com os impedimentos simbólicos e concretos que os professores encontram para efetivar suas expectativas éticas e políticas em relação à docência. Ademais, destaca-se o diagnóstico prevalente de episódios depressivos entre os docentes. Segundo Silva, muitos casos relativos aos “transtornos mentais e comportamentais” (como esquizofrenia e alcoolismo), correspondem (ainda que não em sua totalidade) a atendimentos recorrentes de docentes que culminam em aposentadoria por invalidez.</p>
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		<title>SAÚDE MENTAL DO TRABALHADOR: TRANSTORNOS MENTAIS E DO COMPORTAMENTO RELACIONADO COM O TRABALHO QUE PODEM, EM ALGUMA MEDIDA, ESTAR ASSOCIADOS AO SUICÍDIO LABORAL</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/saude-mental-do-trabalhador-transtornos-mentais-e-do-comportamento-relacionado-com-o-trabalho-que-podem-em-alguma-medida-estar-associados-ao-suicidio-laboral-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[estudiosync]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2020 18:46:48 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/saude-mental-do-trabalhador-transtornos-mentais-e-do-comportamento-relacionado-com-o-trabalho-que-podem-em-alguma-medida-estar-associados-ao-suicidio-laboral-2/">SAÚDE MENTAL DO TRABALHADOR: TRANSTORNOS MENTAIS E DO COMPORTAMENTO RELACIONADO COM O TRABALHO QUE PODEM, EM ALGUMA MEDIDA, ESTAR ASSOCIADOS AO SUICÍDIO LABORAL</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
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