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	<title>Saúde mental e grupo de risco | IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</title>
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	<title>Saúde mental e grupo de risco | IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</title>
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		<title>Medicalização do luto: limites e perspectivas no manejo do sofrimento durante a pandemia</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/medicalizacao-do-luto-limites-e-perspectivas-no-manejo-do-sofrimento-durante-a-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 16:25:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O contexto de imprevisibilidade consequente da pandemia de Covid-19 não só tem contribuído para o aumento do sofrimento psíquico da população como também acarretou mudanças de hábitos, costumes e novas maneiras de lidar com o luto. Neste texto, os autores buscam refletir sobre como os impactos nos rituais de morte tendem a produzir consequências negativas nas esferas biopsicossociais dos indivíduos em luto. De acordo com os autores, o processo natural de luto envolve oportunidade de aprender, transformar-se e desenvolver o...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O contexto de imprevisibilidade consequente da pandemia de Covid-19 não só tem contribuído para o aumento do sofrimento psíquico da população como também acarretou mudanças de hábitos, costumes e novas maneiras de lidar com o luto. Neste texto, os autores buscam refletir sobre como os impactos nos rituais de morte tendem a produzir consequências negativas nas esferas biopsicossociais dos indivíduos em luto. De acordo com os autores, o processo natural de luto envolve oportunidade de aprender, transformar-se e desenvolver o chamado “crescimento traumático”. Entretanto, no cenário atual de pandemia, a premissa de crescimento emocional não tem sido uma realidade, visto que a impossibilidade da proximidade física, apertos de mãos e abraços (traços fundamentais na cultura brasileira) potencializam a angustia e o sentimento de culpa. Nas palavras dos autores, “é alarmante observar uma perda no espaço destinado à vivencia da dor e da elaboração das perdas, sendo preocupante a medicalização crescente de fenômenos naturais da vida, como considerar, arbitrariamente, o luto normal como uma categoria patológica, ressignificando eventos normais sova ótica biomédica”. ( ALVES,Aline et al. 2021, p. 2)</p>
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		<title>O diálogo como pressuposto de prevenção à violência no ambiente escolar</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/o-dialogo-como-pressuposto-de-prevencao-a-violencia-no-ambiente-escolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 15:25:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O artigo defende a hipótese de que o diálogo pode ser a principal ferramenta de prevenção à violência no espaço escolar a partir de metodologias crítico-dialógicas, sobretudo o pensamento de Paulo Freire. O autor introduz o texto apresentando de maneira analítica uma tipologia acerca das violências no âmbito escolar a fim de esclarecer o que pode ser classificado como mero conflito e indisciplina. Toda a análise está estruturada na proposta crítico-dialógica, que têm como princípios as trocas horizontais (dialogicidade), a...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo defende a hipótese de que o diálogo pode ser a principal ferramenta de prevenção à violência no espaço escolar a partir de metodologias crítico-dialógicas, sobretudo o pensamento de Paulo Freire. O autor introduz o texto apresentando de maneira analítica uma tipologia acerca das violências no âmbito escolar a fim de esclarecer o que pode ser classificado como mero conflito e indisciplina. Toda a análise está estruturada na proposta crítico-dialógica, que têm como princípios as trocas horizontais (dialogicidade), a democracia, a cidadania, a autoridade (sem autoritarismo e “licenciosidade”) e o multiculturalismo. Ao final de sua exposição, Bandera oferece alguns exemplos de projetos bem sucedidos que utilizaram a metodologia com o objetivo de prevenir a violência no espaço escolar. </p>
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		<title>An integrated modelo f chronic trauma-induced insomnia</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/an-integrated-modelo-f-chronic-trauma-induced-insomnia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2021 20:59:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo Roberge e Bryanm, apesar da insônia ser o sintoma mais frequentemente associado ao transtorno de estresse pós-traumático (TSPT), é possível dizer que esta relação é bem mais complexa do que se imagina. O presente estudo sugere que o TSPT e a insônia compartilham mecanismos patológicos subjacentes e que fatores não específicos para o TSPT preserva casos de insônia induzida por trauma crônico. Para demonstrar tal hipótese, os autores realizaram um exame de modelos TSPT e insônia de forma separada,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo Roberge e Bryanm, apesar da insônia ser o sintoma mais frequentemente associado ao transtorno de estresse pós-traumático (TSPT), é possível dizer que esta relação é bem mais complexa do que se imagina. O presente estudo sugere que o TSPT e a insônia compartilham mecanismos patológicos subjacentes e que fatores não específicos para o TSPT preserva casos de insônia induzida por trauma crônico. Para demonstrar tal hipótese, os autores realizaram um exame de modelos TSPT e insônia de forma separada, assim como a teoria existente sobre o tema. Além disso, as características distintas da insônia induzida por trauma também foram revisadas e apresentadas para uma melhor descrição clinica. Assim, os atores a partir de revisão e integração da literatura esboçam um modelo integrado de insônia induzida por trauma crônico direcionado por uma estrutura neuropsicobiológica. </p>
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		<title>Autolesão não suicida na adolescência como fator de predisposição ao suicídio</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/autolesao-nao-suicida-na-adolescencia-como-fator-de-predisposicao-ao-suicidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2021 13:27:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O estudo qualitativo de revisão bibliográfica, possibilitou aos autores do artigo a construção de uma ampla análise da literatura sobre a síndrome de autolesão não suicida (ALNS). A partir disto, o artigo propõe produzir uma atualização dos conhecimentos a respeito desta temática e elencar possíveis intervenções. Segundo Carmo et al., o fenômeno da autolesão não suicida (ALNS) passou a ser considerado um problema global de saúde pública, em razão do aumento exponencial de casos registrados nas últimas três décadas. Os...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estudo qualitativo de revisão bibliográfica, possibilitou aos autores do artigo a construção de uma ampla análise da literatura sobre a síndrome de autolesão não suicida (ALNS). A partir disto, o artigo propõe produzir uma atualização dos conhecimentos a respeito desta temática e elencar possíveis intervenções. Segundo Carmo et al., o fenômeno da autolesão não suicida (ALNS) passou a ser considerado um problema global de saúde pública, em razão do aumento exponencial de casos registrados nas últimas três décadas. Os autores explicam que a ALNS é um marcador de risco de suicídio para mais da metade dos jovens e adolescentes que buscam aliviar o sentimento de angústia, culpa ou vergonha. Considerando isto, “foi formulado o modelo iceberg, no qual a ponta do iceberg, que é visível, é o suicídio consumado, a  parte intermediária seria composta pelos adolescentes que praticam a autolesão e que procuram atendimento médico e a base do iceberg, mais profunda, não visível e com maior extensão, é constituída por adolescentes que não procuram assistência médica”. (CARMO et al., 2020, p. 4). Desta forma, os autores chamam atenção para o fato de que a notificação de casos suspeitos de automutilação às autoridades não é suficiente; deve haver para além da notificação, um compromisso médico de averiguação dos motivos que possam ter desencadeado o comportamento e, por consequência, a adoção de medidas preventivas eficazes. </p>
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		<item>
		<title>Impacto do distanciamento social nas notificações de violência contra crianças e adolescentes no Rio Grande do Sul, Brasil</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/impacto-do-distanciamento-social-nas-notificacoes-de-violencia-contra-criancas-e-adolescentes-no-rio-grande-do-sul-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 May 2021 00:40:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo de analisar as taxas de notificações de violência juvenil no Estado do Rio Grande do Sul, entre 2015 e 2020, e as possíveis alterações em suas tendências em razão da pandemia de Covid-19, os pesquisadores utilizaram dados secundários do Portal Bi Saúde no painel de Violência Interpessoal/Suicídio. A análise das notificações de violência em indivíduos de 0 a 19 anos ( entre março e abril de cada ano), revelou uma queda de 54% no ano de 2020...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de analisar as taxas de notificações de violência juvenil no Estado do Rio Grande do Sul, entre 2015 e 2020, e as possíveis alterações em suas tendências em razão da pandemia de Covid-19, os pesquisadores utilizaram dados secundários do Portal Bi Saúde no painel de Violência Interpessoal/Suicídio. A análise das notificações de violência em indivíduos de 0 a 19 anos ( entre março e abril de cada ano), revelou uma queda de 54% no ano de 2020 comparada com o mesmo período em 2019. Os pesquisadores concluíram ainda que o distanciamento social reduziu as taxas de notificações de violência contra crianças e adolescentes devido à subnotificação. Neste caso, os autores afirmam a necessidade de investimentos e planejamentos intersetoriais fundamentais para a garantia dos direitos das crianças dos adolescentes. </p>
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		<item>
		<title>Covid-19 e tabagismo: uma relação de risco</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/covid-19-e-tabagismo-uma-relacao-de-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2021 17:45:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O objetivo deste artigo é elencar evidências científicas que possam comprovar a hipótese de que o tabagismo configure um fator de risco para a COVID-19. Segundo Silva, Moreira e Martins, é possível sustentar que o tabagismo seja um importante fator de risco devido ao fato de que fumantes levam os produtos de tabaco, sejam os tradicionais ou os dispositivos eletrônicos constantemente à boca, sem a adequada higienização das mãos. Ainda segundo os autores, a OMS já apontou o tabaco como...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O objetivo deste artigo é elencar evidências científicas que possam comprovar a hipótese de que o tabagismo configure um fator de risco para a COVID-19. Segundo Silva, Moreira e Martins, é possível sustentar que o tabagismo seja um importante fator de risco devido ao fato de que fumantes levam os produtos de tabaco, sejam os tradicionais ou os dispositivos eletrônicos constantemente à boca, sem a adequada higienização das mãos. Ainda segundo os autores,  a OMS já apontou o tabaco como um fator em potencial para a disseminação do vírus. De acordo com os pesquisadores, “em relação aos danos causados pela infecção da COVID-19, fumas aumenta o risco de danos pulmonares. O tabagismo está relacionado à bronquiolite respiratória (geralmente assintomática), com diversos tipos de pneumonias, além de bronquite crônica, enfisema pulmonar, tuberculoso e cânceres de pulmão, promovendo o declínio da função pulmonar.” (2020,p. 2). Dentre os diversas estudos científicos elencados pelo artigo, destaca-se o “Clinical characteristics of coronavirus disease 2019 in China” (Guan W, Ni Z, Hu Y, Liang W, Ou C, He J, et al.,2020) que aponta que fumantes com COVID-19 têm 3,25 vezes mais chances de desenvolver quadros mais graves da doença do que não fumantes. Para os autores é fundamentem o desenvolvimento de mais pesquisas que busquem respondem à extensão dos impactos do tabagismo e do fumo passivo no progresso e transmissão da COVID-19.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mulheres, Loucura e Cuidado: a condição da mulher na provisão e demanda por cuidados em saúde mental</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/mulheres-loucura-e-cuidado-a-condicao-da-mulher-na-provisao-e-demanda-por-cuidados-em-saude-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2021 20:45:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>E quando as mulheres adoecem? Quem cuida delas? Estes são questionamentos que o artigo de Pegoraro e Caldana nos incita a refletir. A partir de uma revisão bibliográfica as autoras analisam a condição da mulher que recebe e provê cuidados em saúde mental. Em um primeiro momento, o artigo explora a relação entre mulher e loucura desde os registros da Idade Antiga até o início do século XX no Brasil. Em seguida, as autoras debatem os dilemas em torno da...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>E quando as mulheres adoecem? Quem cuida delas? Estes são questionamentos que o artigo de Pegoraro e Caldana nos incita a refletir. A partir de uma revisão bibliográfica as autoras analisam a condição da mulher que recebe e provê cuidados em saúde mental. Em um primeiro momento, o artigo explora a relação entre mulher e loucura desde os registros da Idade Antiga até o início do século XX no Brasil. Em seguida, as autoras debatem os dilemas em torno da mulher enquanto principal prestadora de cuidados informais ( no âmbito familiar). Por fim, o artigo sublinha a urgência de discutirmos as necessidades específicas em torno das mulheres que demandam cuidados em saúde mental (sobretudo aquelas que têm filhos menores, também dependentes de cuidados). De acordo com as autoras, as políticas públicas brasileiras em saúde mental não têm acompanhado as mudanças do gênero feminino em relação às conquistas de novos papéis na sociedade. O lugar da mulher na prestação de cuidado informal, extra-hospitalar, já está cristalizado e pouco se debate sobre quem cuida destas mulheres quando elas adoecem e têm sua saúde mental comprometida. </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ei, eu tô aqui,você não ta me vendo?”: reflexões sobre a rede de cuidado de mulheres grávidas usuárias de drogas em situação de ‘vulnerabilidade’ na cidade do Rio de Janeiro</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/ei-eu-to-aquivoce-nao-ta-me-vendo-reflexoes-sobre-a-rede-de-cuidado-de-mulheres-gravidas-usuarias-de-drogas-em-situacao-de-vulnerabilidade-na-cidade-do-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2020 22:03:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Paula Napolião em sua dissertação de mestrado constrói uma reflexão fundamental acerca da rede de cuidado de mulheres grávidas usuárias de drogas em situação de “vulnerabilidade” na cidade do Rio de Janeiro. O objetivo da pesquisa é compreender os desafios e dilemas de articulação entre os profissionais que realizam o atendimento das mulheres nas redes de atenção psicossocial e de saúde. A autora prioriza em sua análise o contexto em que filhos são separados de suas mães de forma compulsória....</p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/ei-eu-to-aquivoce-nao-ta-me-vendo-reflexoes-sobre-a-rede-de-cuidado-de-mulheres-gravidas-usuarias-de-drogas-em-situacao-de-vulnerabilidade-na-cidade-do-rio-de-janeiro/">Ei, eu tô aqui,você não ta me vendo?”: reflexões sobre a rede de cuidado de mulheres grávidas usuárias de drogas em situação de ‘vulnerabilidade’ na cidade do Rio de Janeiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Paula Napolião em sua dissertação de mestrado constrói uma reflexão fundamental acerca da rede de cuidado de mulheres grávidas usuárias de drogas em situação de “vulnerabilidade” na cidade do Rio de Janeiro. O objetivo da pesquisa é compreender os desafios e dilemas de articulação entre os profissionais que realizam o atendimento das mulheres nas redes de atenção psicossocial e de saúde. A autora prioriza em sua análise o contexto em que filhos são separados de suas mães de forma compulsória. Para tal, Napolião acompanhou as reuniões de um fórum de debate sobre o tema composto pelos profissionais de saúde bem como realizou entrevistas com os mesmos. </p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/ei-eu-to-aquivoce-nao-ta-me-vendo-reflexoes-sobre-a-rede-de-cuidado-de-mulheres-gravidas-usuarias-de-drogas-em-situacao-de-vulnerabilidade-na-cidade-do-rio-de-janeiro/">Ei, eu tô aqui,você não ta me vendo?”: reflexões sobre a rede de cuidado de mulheres grávidas usuárias de drogas em situação de ‘vulnerabilidade’ na cidade do Rio de Janeiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quando o viver é uma aposta: uma etnografia sobre os potenciais de vida entre membros de Alcoólicos Anônimos do Rio de Janeiro</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/quando-o-viver-e-uma-aposta-uma-etnografia-sobre-os-potenciais-de-vida-entre-membros-de-alcoolicos-anonimos-do-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Oct 2020 00:18:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por que homens e mulheres se agrupariam a fim de resolver seu problema em comum com o álcool? Esta é a pergunta que a autora busca responder ao longo de sua dissertação de mestrado. A partir de uma etnografia realizada em três grupos de Alcoólicos Anônimos (AA) do Rio de Janeiro, Fonte analisa de que forma os alcoólicos empreendem determinada “aposta” em um novo estilo de vida que permite aos mesmos criarem e recriam um modo de ser e estar...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por que homens e mulheres se agrupariam a fim de resolver seu problema em comum com o álcool? Esta é a pergunta que a autora busca responder ao longo de sua dissertação de mestrado. A partir de uma etnografia realizada em três grupos de Alcoólicos Anônimos (AA) do Rio de Janeiro, Fonte analisa de que forma os alcoólicos empreendem determinada “aposta” em um novo estilo de vida que permite aos mesmos criarem e recriam um modo de ser e estar no mundo, apesar da condição invariável do alcoolismo. Segundo a autora, o processo a que denomina “aposta na vida” está para além da abstinência, compreendendo minuciosas estratégias e práticas de cuidado que revelam certo movimento de agência em direção ao recomeço.  </p>
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		<title>&#8220;Suicídio na adolescência: fatores de risco, depressão e gênero&#8221;</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/suicidio-na-adolescencia-fatores-de-risco-depressao-e-genero-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2020 21:47:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O artigo analisa os fatores de risco ao suicídio na adolescência e as características epidemiológicas de jovens que tentam ou cometeram suicídio. Os autores identificaram determinados fatores de risco que têm sido associados ao comportamento suicida, como: transtornos psicológicos, uso de álcool e/ou drogas, exposição à violência entre outros. No entanto, destacam o papel fundamental da depressão como um fator de risco agravante para o desenvolvimento de pensamentos suicidas. Além disso, verificou-se que as tentativas de suicídio são mais frequentes...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo analisa os fatores de risco ao suicídio na adolescência e as características epidemiológicas de jovens que tentam ou cometeram suicídio. Os autores identificaram determinados fatores de risco que têm sido associados ao comportamento suicida, como: transtornos psicológicos, uso de álcool e/ou drogas, exposição à violência entre outros. No entanto, destacam o papel fundamental da depressão como um fator de risco agravante para o desenvolvimento de pensamentos suicidas. Além disso, verificou-se que as tentativas de suicídio são mais frequentes entre pessoas do gênero feminino e o suicídio consumado entre os homens. Segundo os autores, esta diferença se deve ao fato de que os homens utilizam-se de meios mais agressivos e fatais em suas tentativas. </p>
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