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	<title>Segurança Pública | IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</title>
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	<description>Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</description>
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	<title>Segurança Pública | IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</title>
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	<item>
		<title>Entre a caserna e a rua: o dilema do “pato”. Uma análise antropológica da instituição policial militar a partir da Academia de Polícia Militar D. João VI.</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/entre-a-caserna-e-a-rua-o-dilema-do-pato-uma-analise-antropologica-da-instituicao-policial-militar-a-partir-da-academia-de-policia-militar-d-joao-vi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2021 18:55:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A presente etnografia realizada na Academia de Polícia Militar (APM) D. João VI, analisa os ritos militares que demarcam a passagem dos futuros oficiais e a construção social de sua identidade. A principal hipótese do autor é de que no espaço da APM ocorre a formação de identidades múltiplas em razão do conflito entre duas ideologias distintas e que estruturam diferentes espaços institucionais da PM: a caserna e a rua. Os dados utilizados na pesquisa foram obtidos por meio da...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presente etnografia realizada na Academia de Polícia Militar (APM) D. João VI, analisa os ritos militares que demarcam a passagem dos futuros oficiais e a construção social de sua identidade. A principal hipótese do autor é de que no espaço da APM ocorre a formação de identidades múltiplas em razão do conflito entre duas ideologias distintas e que estruturam diferentes espaços institucionais da PM: a caserna e a rua. Os dados utilizados na pesquisa foram obtidos por meio da “participação-observante” do pesquisador que também é nativo. Assim, Silva ao longo de quatro capítulos propõe refletir sobre as tensões que estruturam o campo sociocultural da APM e os conflitos entre os vários grupos que o compõem.</p>
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		<title>Contingência e Estrutura de Oportunidades no Processo Decisório da Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro: o Caso da Política de Pacificação</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/contingencia-e-estrutura-de-oportunidades-no-processo-decisorio-da-seguranca-publica-do-estado-do-rio-de-janeiro-o-caso-da-politica-de-pacificacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Nov 2021 22:51:21 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/contingencia-e-estrutura-de-oportunidades-no-processo-decisorio-da-seguranca-publica-do-estado-do-rio-de-janeiro-o-caso-da-politica-de-pacificacao/">Contingência e Estrutura de Oportunidades no Processo Decisório da Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro: o Caso da Política de Pacificação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
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		<title>“Se não aguentar, corra!”: Um estudo sobre a pedagogia do sofrimento em um curso policial militar</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/se-nao-aguentar-corra-um-estudo-sobre-a-pedagogia-do-sofrimento-em-um-curso-policial-militar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 15:32:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste artigo os autores Fábio França e Janaína Gomes refletem sobre os discursos e narrativas que nortearam o Estágio de Operações Táticas com Apoio de Motocicletas (Eotam), desenvolvido por uma Polícia Militar em 2014. Através da metodologia da história oral, os autores analisam os relatos dos policiais (praças e oficiais) acerca das situações de humilhação e sofrimento físicos vivenciados. Segundo o artigo, tais relatos ainda reproduzem certa crença policial militar de que o sofrimento é um fator que faz parte...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste artigo os autores Fábio França e Janaína Gomes refletem sobre os discursos e narrativas que nortearam o Estágio de Operações Táticas com Apoio de Motocicletas (Eotam), desenvolvido por uma Polícia Militar em 2014. Através da metodologia da história oral, os autores analisam os relatos dos policiais (praças e oficiais) acerca das situações de humilhação e sofrimento físicos vivenciados. Segundo o artigo, tais relatos ainda reproduzem certa crença policial militar de que o sofrimento é um fator que faz parte da conquista de um brevê militar (pequenas decorações usadas por  militares, policiais e bombeiros e que têm a função de reconhecer os treinamentos e qualificações). França e Gomes enfatizam a necessidade da discussão acerca do sofrimento no campo da segurança pública, tendo em vista que a lógica desse tipo de pedagogia que propõe o controle dos sentimentos, assume de maneira implícita um ideal belicista. Este ideal, por sua vez, fomenta a existência da violência policial militar em razão da exaltação de valores como a masculinidade, a força e o machismo. </p>
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		<item>
		<title>Acompanhamento psicológico preventivo para agentes de segurança pública</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/acompanhamento-psicologico-preventivo-para-agentes-de-seguranca-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 May 2021 21:58:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A autora Caroline Back realiza uma análise crítica do acompanhamento psicológico destinado ao agentes de segurança pública com o objetivo de compreender os ricos de adoecimento psíquico a que tais profissionais estão submetidos. Ademais, a autora discorre sobre as reais possibilidades de minimizar os riscos de adoecimento por meio de ações preventivas. Durante a análise, Back observa os fatores mais relatados pelos profissionais que podem contribuir ou agravar a saúde dos agentes, são eles: risco de vida constante, a morte...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A autora Caroline Back realiza uma análise crítica do acompanhamento psicológico destinado ao agentes de segurança pública com o objetivo de compreender os ricos de adoecimento psíquico a que tais profissionais estão submetidos. Ademais, a autora discorre sobre as reais possibilidades de minimizar os riscos de adoecimento por meio de ações preventivas. Durante a análise, Back observa os fatores mais relatados pelos profissionais que podem contribuir ou agravar a saúde dos agentes, são eles: risco de vida constante, a morte de colegas de profissão, situações traumáticas e a necessidade de realizar atividades externas para complementar a renda. Acerca dos serviços de saúde mental oferecidos pelas instituições de segurança do pais, a autora chama atenção para o fato de que além de não haver a oferta de apoio psicológico em todas as instituições, naquelas em que este serviço ocorre, o profissional encontra diversas barreiras para acessar o atendimento. A autora concluiu expondo a necessidade de priorizar a atuação preventiva dos serviços de apoio psicológico e não somente de situações de momentâneas de crise. </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Uma luz no ‘fundo do poço’: uma análise das premissas do tratamento oferecido aos policiais militares ‘dependentes químicos’ pela polícia militar do Estado do Rio de Janeiro</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/uma-luz-no-fundo-do-poco-uma-analise-das-premissas-do-tratamento-oferecido-aos-policiais-militares-dependentes-quimicos-pela-policia-militar-do-estado-do-rio-de-ja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 17:19:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em um contexto de tratamento oferecido pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) aos policiais militares usuários de drogas lícitas e ilícitas, a pesquisadora Fernanda Cruz analisa as diretrizes adotadas no tratamento e suas justificativas. O artigo aborda ainda o processo de reconstrução do indivíduo conduzido no decorrer do tratamento, traçando um interessante diálogo com a literatura sociológica. De acordo com a autora, em 1992 o tratamento oferecido pela PMERJ sofreu uma reformulação e além da desintoxicação...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um contexto de tratamento oferecido pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) aos policiais militares usuários de drogas lícitas e ilícitas, a pesquisadora Fernanda Cruz analisa as diretrizes adotadas no tratamento e suas justificativas. O artigo aborda ainda o processo de reconstrução do indivíduo conduzido no decorrer do tratamento, traçando um interessante diálogo com a literatura sociológica. De acordo com a autora, em 1992 o tratamento oferecido pela PMERJ sofreu uma reformulação e além da desintoxicação a partir da internação de caráter voluntário, adotou-se a metodologia dos Doze Passos, característica de irmandades como Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA). Cruz aponta que o processo de reconstrução do self  observado no tratamento ofertado aos policiais, permitia novas interpretações e justificativas para os seus comportamentos sem que suas trajetórias sofressem necessariamente um apagamento. Ademais, a autora chama atenção para o fato de que “ao atribuir a doença a uma pré-disposição individual há uma suavização da relação entre a exposição às drogas e o estresse a que esses sujeitos estão submetidos, em detrimento de uma visão de que esses indivíduos já carregam comportamentos compulsivos antes de entrarem na corporação”. (CRUZ, 2020, p. 185) </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sofrimento Psíquico em Policiais Militares: um estudo de revisão</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/sofrimento-psiquico-em-policiais-militares-um-estudo-de-revisao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2021 23:32:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de uma extensa revisão integrativa que contou com a análise de 32 documentos publicados entre 1999 e 2019, o autor Higor Brito buscou verificar se a produção acadêmica brasileira associa o sofrimento psíquico às condições e à organização do trabalho policial militar. Os resultados da análise apontam para um aumento da produção acadêmica nas áreas da Psicologia e da Saúde Pública sobre o tema proposto. Tais trabalhos acadêmicos indicam que determinados aspectos organizacionais (como carga de trabalho, divisão...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de uma extensa revisão integrativa que contou com a análise de 32 documentos publicados entre 1999 e 2019, o autor Higor Brito buscou verificar se a produção acadêmica brasileira associa o sofrimento psíquico às condições e à organização do trabalho policial militar. Os resultados da análise apontam para um aumento da produção acadêmica nas áreas da Psicologia e da Saúde Pública sobre o tema proposto. Tais trabalhos acadêmicos indicam que determinados aspectos organizacionais (como carga de trabalho, divisão de tarefas e rigidez nas relações hierárquicas) podem contribuir para o surgimento do sofrimento psíquico entre os policiais militares. </p>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Hierarquia da invisibilidade&#8221;: preconceito e homofobia na formação policial militar</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/hierarquia-da-invisibilidade-preconceito-e-homofobia-na-formacao-policial-militar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2020 15:58:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tendo em vista a cultura institucional da polícia militar e a evidente “dominação masculina” nas casernas, o artigo discute a presença de alunos homoafetivos masculinos que ingressaram no Curso de Formação de Oficiais (CFO) da Bahia. A pesquisa concluiu a partir das falas dos entrevistados, que há certa conformidade dos alunos às regras culturais difundidas no quartel ao negarem a dimensão sexual e afetiva de suas identidades visando serem aceitos. O artigo discute ainda, a “hierarquia da invisibilidade” que leva...</p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/hierarquia-da-invisibilidade-preconceito-e-homofobia-na-formacao-policial-militar/">&#8220;Hierarquia da invisibilidade&#8221;: preconceito e homofobia na formação policial militar</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>	Tendo em vista a cultura institucional da polícia militar e a evidente “dominação masculina” nas casernas, o artigo discute a presença de alunos homoafetivos masculinos que ingressaram no Curso de Formação de Oficiais (CFO) da Bahia. A pesquisa concluiu a partir das falas dos entrevistados, que há certa conformidade dos alunos às regras culturais difundidas no quartel ao negarem a dimensão sexual e afetiva de suas identidades visando serem aceitos. O artigo discute ainda, a “hierarquia da invisibilidade” que leva tais alunos a ocultarem seu autorreconhecimento. </p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/hierarquia-da-invisibilidade-preconceito-e-homofobia-na-formacao-policial-militar/">&#8220;Hierarquia da invisibilidade&#8221;: preconceito e homofobia na formação policial militar</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Hierarquia, aspectos da cultura organizacional e implicações na qualidade de vida: um estudo nas polícias militares brasileiras</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/hierarquia-aspectos-da-cultura-organizacional-e-implicacoes-na-qualidade-de-vida-um-estudo-nas-policias-militares-brasileiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2020 23:21:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em parceria com o PNUD (Programa para o Desenvolvimento das Nações Unidas), a pesquisa tem por objetivo analisar os aspectos da hierarquia e da disciplina na cultura das Polícias Militares e seus desdobramentos na saúde tanto física quanto mental dos profissionais. Na primeira parte do texto, por meio de revisões da literatura tanto nacional quanto internacional, são caracterizados os elementos básicos da cultura organizacional dos militares e seus valores. Em um segundo momento, através de entrevistas e grupos focais, são...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em parceria com o PNUD (Programa para o Desenvolvimento das Nações Unidas), a pesquisa tem por objetivo analisar os aspectos da hierarquia e da disciplina na cultura das Polícias Militares e seus desdobramentos na saúde tanto física quanto mental dos profissionais. Na primeira parte do texto, por meio de revisões da literatura tanto nacional quanto internacional, são caracterizados os elementos básicos da cultura organizacional dos militares e seus valores. Em um segundo momento, através de entrevistas e grupos focais, são exploradas as percepções de oficiais e praças sobre a natureza hierárquica da Corporação.Por fim, foi realizado um levantamento nacional com o objetivo de identificar os valores culturais e as práticas organizacionais que definem o modelo disciplinar e hierárquico das Polícias Militares, bem como a apresentação de fatores que podem estar vinculados aos afastamentos dos policiais por motivos de saúde. De forma resumida, os resultados da pesquisa apontam para a relação complexa entre hierarquia e autoritarismo; em algumas situações, esta relação demonstrou estar vinculada a aspectos locais, subculturais de cada Corporação e, em outros casos, parece ser uma característica unívoca e transversal nas Corporações das Policias Militares. Chama atenção¬ a diferenciação na forma como os processos de saúde-adoecimento podem acometer praças e oficiais. Os praças, por exemplo, tendem a ser informados das escalas de serviço com pouca antecedência, diferente do que ocorre os com oficiais, o que produz uma redução na possibilidade de planejamento da vida extra-trabalho, das relações familiares e dos cuidados com a saúde. Por fim, apesar de avaliações negativas, tanto oficiais (84%) quanto praças (58%), declararam como boa/regular sua satisfação com a Corporação Militar. Este dado chama atenção para o fato de que apesar da necessidade de mudanças fundamentais nas políticas e valores organizacionais, existência certo sentimento de “pertencimento” à Corporação. </p>
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			</item>
		<item>
		<title>A Polícia e suas Polícias: Clientela, Hierarquia, Soldado e Bandido</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/a-policia-e-suas-policias-clientela-hierarquia-soldado-e-bandido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2020 20:54:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A partir da Análise Institucional do Discurso, baseada em entrevistas com dez policiais militares do Estado de São Paulo, a autora propõe analisar como os policiais relatam seu trabalho, interpretam a hierarquia institucional e como se posicionam e posicionam sua clientela nestes relatos. A análise das entrevistas possibilitou que Azevedo constatasse que há uma dualidade a respeito da clientela no discursos dos soldados da PMSP: clientela boa e clientela algoz. A clientela boa foi retratada pelos entrevistados como pessoas “despossuídas”...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir da Análise Institucional do Discurso, baseada em entrevistas com dez policiais militares do Estado de São Paulo, a autora propõe analisar como os policiais relatam seu trabalho, interpretam a hierarquia institucional e como se posicionam e posicionam sua clientela nestes relatos. A análise das entrevistas possibilitou que Azevedo constatasse que há uma dualidade a respeito da clientela no discursos dos soldados da PMSP: clientela boa e  clientela algoz. A clientela boa foi retratada pelos entrevistados como pessoas “despossuídas” e desamparadas que depositavam no policial militar a figura de salvador e herói que poderia preencher certas “faltas”. Entretanto, a clientela também configura, segundo os policiais, parte da população que não entende e não se submete a autoridade policial. No discurso dos soldados entrevistados, a clientela  foi dividida entre “suspeitos”- que moram em comunidade, de onde o policial espera um reação negativa – e “algozes” – desembargadores, ministros, advogados, promotores, que por vezes se utilizam da autoridade e do prestígio para humilhar os policiais, mas também garantem o bom trabalho dos mesmos. A hierarquia, na percepção dos policiais, está estreitamente relacionada ao horário rigoroso, controlado e normatizado. O desamparo institucional foi um outro fator bastante mencionado pelos entrevistados e o que, de acordo com a autora, implica que muitas vezes os policiais se desloquem de sua percepção de herói da sociedade para herói dos próprios companheiros de trabalho. </p>
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			</item>
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		<title>Sob Fogo Cruzado I: vitimização de policiais militares e civis brasileiros</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/sob-fogo-cruzado-i-vitimizacao-de-policiais-militares-e-civis-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2020 13:37:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O artigo busca apresentar o conceito de vitimização profissional e analisar de que forma esse fenômeno acarreta prejuízos tanto para os profissionais de segurança pública quanto para suas famílias, corporações e a sociedade em geral. Ao analisar informações de fontes como as Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Defesa Social, o Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal, foram coletados dados dos 26 Estados brasileiros e do Distrito Federal para o período de 2000 a 2012. Foram...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo busca apresentar o conceito de vitimização profissional e analisar de que forma esse fenômeno acarreta prejuízos tanto para os profissionais de segurança pública quanto para suas famílias, corporações e a sociedade em geral. Ao analisar informações de fontes como as Secretarias Estaduais de Segurança Pública e Defesa Social, o Sistema Nacional de Estatísticas em Segurança Pública e Justiça Criminal, foram coletados dados dos 26 Estados brasileiros e do Distrito Federal para o período de 2000 a 2012. Foram registrados 901 óbitos de policias militares em serviço entre 2000 e 2012, entre os quais 202 (22,4%) ocorreram nos últimos três anos. A taxa de vitimização nesses últimos três anos foi de 143,30/100.000. De acordo com as autoras, o conceito de “vitimização profissional” diz respeito aos agentes de segurança pública que morrem ou sofrem agravos físicos e emocionais em decorrência do exercício de sua profissão. A pesquisa aponta que algumas situações agravam a vulnerabilidade dos policiais, são elas: treinamento para o confronto, inadequadas condições de trabalho, precariedade das viaturas e entre outros. Um dado chama atenção na pesquisa: morrem mais policiais nas folgas do que em serviço. Para o conjunto do país foram informados mais de 802 óbitos de policias militares fora de seu horário de serviço, entre os quais 535 (66,7%) perderam a vida nos últimos três anos. Ainda segundo a pesquisa, a negação do perigo por considerar que medo, ansiedade e choro são manifestações de fraqueza, o desenvolvimento de sintomas depressivos e o sentimento de urgência da vida são atitudes ligadas à vitimização dos agentes. Neste sentido, a prevenção e antecipação dos efeitos da vitimização com cuidados especializados são de extrema importância para a reversão do quadro citado. </p>
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