<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Suicídio na População | IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</title>
	<atom:link href="https://www.ippesbrasil.com.br/categorias-biblioteca/suicidio-na-populacao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://ippesbrasil.com.br/categorias-biblioteca/suicidio-na-populacao/</link>
	<description>Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</description>
	<lastBuildDate>Mon, 19 Jul 2021 18:50:59 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://www.ippesbrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/04/favicon-32x32-1.png</url>
	<title>Suicídio na População | IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</title>
	<link>https://ippesbrasil.com.br/categorias-biblioteca/suicidio-na-populacao/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Triplo tabu: sobre o suici?dio na infa?ncia e na adolesce?ncia</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/triplo-tabu-sobre-o-suicidio-na-infa%cc%82ncia-e-na-adolesce%cc%82ncia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 18:50:59 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://ippesbrasil.com.br/?post_type=biblioteca&#038;p=5470</guid>

					<description><![CDATA[<p>A partir de um estudo qualitativo com pediatras em formação, Filho e Minayo buscam compreendem a construção e a repercussão dos tabus em torno do tema do suicídio entre crianças e adolescentes. Os autores consideram e reconhecem um continuum de tabus (tabu da morte < tabu do suicídio < tabu do suicídio infanto-juvenil) para propor o que consideram como um triplo tabu, a fim de valorizar a incomensurabilidade das mortes autoprovocadas entre crianças e adolescentes. Diante dos silêncios e incômodos...
</p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/triplo-tabu-sobre-o-suicidio-na-infa%cc%82ncia-e-na-adolesce%cc%82ncia/">Triplo tabu: sobre o suici?dio na infa?ncia e na adolesce?ncia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de um estudo qualitativo com pediatras em formação, Filho e Minayo buscam compreendem a construção e a repercussão dos tabus em torno do tema do suicídio entre crianças e adolescentes. Os autores consideram e reconhecem um continuum de tabus (tabu da morte < tabu do suicídio < tabu do suicídio infanto-juvenil) para propor o que consideram como um triplo tabu, a fim de valorizar a incomensurabilidade das mortes autoprovocadas entre crianças e adolescentes. Diante dos silêncios e incômodos que o tabu provoca, os autores consideram fundamental que a formação pediátrica reconheça o tabu e as dimensões do comportamento suicida como uma manifestações de violência e de agravamento da saúde mental.
</p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/triplo-tabu-sobre-o-suicidio-na-infa%cc%82ncia-e-na-adolesce%cc%82ncia/">Triplo tabu: sobre o suici?dio na infa?ncia e na adolesce?ncia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Autolesão não suicida na adolescência como fator de predisposição ao suicídio</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/autolesao-nao-suicida-na-adolescencia-como-fator-de-predisposicao-ao-suicidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2021 13:27:03 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://ippesbrasil.com.br/?post_type=biblioteca&#038;p=5424</guid>

					<description><![CDATA[<p>O estudo qualitativo de revisão bibliográfica, possibilitou aos autores do artigo a construção de uma ampla análise da literatura sobre a síndrome de autolesão não suicida (ALNS). A partir disto, o artigo propõe produzir uma atualização dos conhecimentos a respeito desta temática e elencar possíveis intervenções. Segundo Carmo et al., o fenômeno da autolesão não suicida (ALNS) passou a ser considerado um problema global de saúde pública, em razão do aumento exponencial de casos registrados nas últimas três décadas. Os...</p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/autolesao-nao-suicida-na-adolescencia-como-fator-de-predisposicao-ao-suicidio/">Autolesão não suicida na adolescência como fator de predisposição ao suicídio</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estudo qualitativo de revisão bibliográfica, possibilitou aos autores do artigo a construção de uma ampla análise da literatura sobre a síndrome de autolesão não suicida (ALNS). A partir disto, o artigo propõe produzir uma atualização dos conhecimentos a respeito desta temática e elencar possíveis intervenções. Segundo Carmo et al., o fenômeno da autolesão não suicida (ALNS) passou a ser considerado um problema global de saúde pública, em razão do aumento exponencial de casos registrados nas últimas três décadas. Os autores explicam que a ALNS é um marcador de risco de suicídio para mais da metade dos jovens e adolescentes que buscam aliviar o sentimento de angústia, culpa ou vergonha. Considerando isto, “foi formulado o modelo iceberg, no qual a ponta do iceberg, que é visível, é o suicídio consumado, a  parte intermediária seria composta pelos adolescentes que praticam a autolesão e que procuram atendimento médico e a base do iceberg, mais profunda, não visível e com maior extensão, é constituída por adolescentes que não procuram assistência médica”. (CARMO et al., 2020, p. 4). Desta forma, os autores chamam atenção para o fato de que a notificação de casos suspeitos de automutilação às autoridades não é suficiente; deve haver para além da notificação, um compromisso médico de averiguação dos motivos que possam ter desencadeado o comportamento e, por consequência, a adoção de medidas preventivas eficazes. </p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/autolesao-nao-suicida-na-adolescencia-como-fator-de-predisposicao-ao-suicidio/">Autolesão não suicida na adolescência como fator de predisposição ao suicídio</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gênero e Suicídio no Rio de Janeiro</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/genero-e-suicidio-no-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2021 23:15:14 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://ippesbrasil.com.br/?post_type=biblioteca&#038;p=5407</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em “Gênero e Suicídio no Rio de Janeiro”, Soares, Campagnac e Guimarães, analisam o fenômeno do suicídio por uma ótica quantitativa e revelam que só na cidade do Rio de Janeiro se suicidam entre 300 e 400 pessoas por ano. Segundo o artigo, o suicídio cresce no Brasil em um ritmo moderado, previsível e independente em relação as mudanças da renda per capita ou da desigualdade de renda. Considerando a subnotificações dos casos, os autores afirmam que embora o suicídio...</p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/genero-e-suicidio-no-rio-de-janeiro/">Gênero e Suicídio no Rio de Janeiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em “Gênero e Suicídio no Rio de Janeiro”, Soares, Campagnac e Guimarães, analisam o fenômeno do suicídio por uma ótica quantitativa e revelam que só na cidade do Rio de Janeiro se suicidam entre 300 e 400 pessoas por ano. Segundo o artigo, o suicídio cresce no Brasil em um ritmo moderado, previsível e independente em relação as mudanças da renda per capita ou da desigualdade de renda.  Considerando a subnotificações dos casos, os autores afirmam que embora o suicídio não seja considerado um crime, trata-se de um tema extremamente relevante de Segurança Pública e que deve ser alvo de políticas de caráter preventivo. </p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/genero-e-suicidio-no-rio-de-janeiro/">Gênero e Suicídio no Rio de Janeiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>We sourced data from 21 countries (16 high-income and  ve upper-middle-income countries), including whole-country data in ten countries and data for various areas in 11 countries). Rate ratios (RRs) and 95% CIs based on the observed versus expected numbers of suicides showed no evidence of a signi cant increase in risk of suicide since the pandemic began in any country or area. There was statistical evidence of a decrease in suicide compared with the expected number in 12 countries or areas: New South Wales, Australia (RR 0·81 [95% CI 0·72–0·91]); Alberta, Canada (0·80 [0·68–0·93]); British Columbia, Canada (0·76 [0·66–0·87]); Chile (0·85 [0·78–0·94]); Leipzig, Germany (0·49 [0·32–0·74]); Japan (0·94 [0·91–0·96]); New Zealand (0·79 [0·68–0·91]); South Korea (0·94 [0·92–0·97]); California, USA (0·90 [0·85–0·95]); Illinois (Cook County), USA (0·79 [0·67–0·93]); Texas (four counties), USA (0·82 [0·68–0·98]); and Ecuador (0·74 [0·67–0·82]). Interpretation This is the  rst study to examine suicides occurring in the context of the COVID-19 pandemic in multiple countries. In high-income and upper-middle-income countries, suicide numbers have remained largely unchanged or declined in the early months of the pandemic compared with the expected levels based on the pre-pandemic period. We need to remain vigilant and be poised to respond if the situation changes as the longer-term mental health and economic e ects of the pandemic unfold.</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/we-sourced-data-from-21-countries-16-high-income-and-ve-upper-middle-income-countries-including-whole-country-data-in-ten-countries-and-data-for-various-areas-in-11-countries-rate-ratios-rrs-a/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Apr 2021 16:10:47 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://ippesbrasil.com.br/?post_type=biblioteca&#038;p=5228</guid>

					<description><![CDATA[<p>Neste artigo recém publicado pela revista Lancet Psychiatry, os autores buscam avaliar o efeito inicial do Covid-19 nas taxas de suicídio em todo o mundo. Para isto, a pesquisa utilizou dados de suicídios coletados em tempo real através de uma busca sistemática na internet (sites oficiais dos ministérios da saúde, agências policiais e agências de estáticas governamentais) e nas literaturas publicadas. Utilizando uma análise de série temporal para modelar a tendência de suicídios mensais antes do Covid-19 (1º de janeiro...</p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/we-sourced-data-from-21-countries-16-high-income-and-ve-upper-middle-income-countries-including-whole-country-data-in-ten-countries-and-data-for-various-areas-in-11-countries-rate-ratios-rrs-a/">We sourced data from 21 countries (16 high-income and  ve upper-middle-income countries), including whole-country data in ten countries and data for various areas in 11 countries). Rate ratios (RRs) and 95% CIs based on the observed versus expected numbers of suicides showed no evidence of a signi cant increase in risk of suicide since the pandemic began in any country or area. There was statistical evidence of a decrease in suicide compared with the expected number in 12 countries or areas: New South Wales, Australia (RR 0·81 [95% CI 0·72–0·91]); Alberta, Canada (0·80 [0·68–0·93]); British Columbia, Canada (0·76 [0·66–0·87]); Chile (0·85 [0·78–0·94]); Leipzig, Germany (0·49 [0·32–0·74]); Japan (0·94 [0·91–0·96]); New Zealand (0·79 [0·68–0·91]); South Korea (0·94 [0·92–0·97]); California, USA (0·90 [0·85–0·95]); Illinois (Cook County), USA (0·79 [0·67–0·93]); Texas (four counties), USA (0·82 [0·68–0·98]); and Ecuador (0·74 [0·67–0·82]). Interpretation This is the  rst study to examine suicides occurring in the context of the COVID-19 pandemic in multiple countries. In high-income and upper-middle-income countries, suicide numbers have remained largely unchanged or declined in the early months of the pandemic compared with the expected levels based on the pre-pandemic period. We need to remain vigilant and be poised to respond if the situation changes as the longer-term mental health and economic e ects of the pandemic unfold.</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste artigo recém publicado pela revista Lancet Psychiatry, os autores buscam avaliar o efeito inicial do Covid-19 nas taxas de suicídio em todo o mundo. Para isto, a pesquisa utilizou dados de suicídios coletados em tempo real através de uma busca sistemática na internet (sites oficiais dos ministérios da saúde, agências policiais e agências de estáticas governamentais) e nas literaturas publicadas. Utilizando uma análise de série temporal para modelar a tendência de suicídios mensais antes do Covid-19 (1º de janeiro de 2019 a 31 de março de 2020) em cada país, os pesquisadores compararam o número esperado de suicídios derivados do modelo com o número de suicídios observados nos primeiros meses da pandemia (1º de abril a 31 de julho de 2020). As taxas finais observadas na pesquisa, não apontam evidências de aumento significativo no risco de suicídio desde o início da pandemia. Pelo contrário, os dados demonstram uma diminuição nas taxas de suicídio em comparação ao número esperado em 12 países ou áreas, são eles: New South Wales (Austrália), Alberta (Canadá), Brittish Columbia (Canadá), Chile, Leipzig (Alemanha), Japão, Nova Zelândia, Coreia do Sul, Califórnia (EUA), Illinois (EUA), Texas (EUA) e Equador. </p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/we-sourced-data-from-21-countries-16-high-income-and-ve-upper-middle-income-countries-including-whole-country-data-in-ten-countries-and-data-for-various-areas-in-11-countries-rate-ratios-rrs-a/">We sourced data from 21 countries (16 high-income and  ve upper-middle-income countries), including whole-country data in ten countries and data for various areas in 11 countries). Rate ratios (RRs) and 95% CIs based on the observed versus expected numbers of suicides showed no evidence of a signi cant increase in risk of suicide since the pandemic began in any country or area. There was statistical evidence of a decrease in suicide compared with the expected number in 12 countries or areas: New South Wales, Australia (RR 0·81 [95% CI 0·72–0·91]); Alberta, Canada (0·80 [0·68–0·93]); British Columbia, Canada (0·76 [0·66–0·87]); Chile (0·85 [0·78–0·94]); Leipzig, Germany (0·49 [0·32–0·74]); Japan (0·94 [0·91–0·96]); New Zealand (0·79 [0·68–0·91]); South Korea (0·94 [0·92–0·97]); California, USA (0·90 [0·85–0·95]); Illinois (Cook County), USA (0·79 [0·67–0·93]); Texas (four counties), USA (0·82 [0·68–0·98]); and Ecuador (0·74 [0·67–0·82]). Interpretation This is the  rst study to examine suicides occurring in the context of the COVID-19 pandemic in multiple countries. In high-income and upper-middle-income countries, suicide numbers have remained largely unchanged or declined in the early months of the pandemic compared with the expected levels based on the pre-pandemic period. We need to remain vigilant and be poised to respond if the situation changes as the longer-term mental health and economic e ects of the pandemic unfold.</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Autópsias psicológicas e psicossociais de idosos que morreram por suicídio no Brasil</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/autopsias-psicologicas-e-psicossociais-de-idosos-que-morreram-por-suicidio-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 15:06:01 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://ippesbrasil.com.br/?post_type=biblioteca&#038;p=5152</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo de conhecer as variáveis associadas ao suicídio de idosos, as autoras analisaram 51 casos de suicídio espalhados por dez municípios brasileiros. O conjunto de entrevistas semiestruturadas realizadas com base na autópsia psicológica, foi reexaminada por meio de uma meta-análise de cunho psicossocial e qualitativo sobre dados dos familiares entrevistados, mas também acerca das interpretações dos pesquisadores, contextualização socioantropológica e categorias de relevância. Além disso, a pesquisa priorizou a análise de formas de perpetração e letalidade por sexo,...</p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/autopsias-psicologicas-e-psicossociais-de-idosos-que-morreram-por-suicidio-no-brasil/">Autópsias psicológicas e psicossociais de idosos que morreram por suicídio no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de conhecer as variáveis associadas ao suicídio de idosos, as autoras analisaram 51 casos de suicídio espalhados por dez municípios brasileiros. O conjunto de entrevistas semiestruturadas realizadas com base na autópsia psicológica, foi reexaminada por meio de uma meta-análise de cunho psicossocial e qualitativo sobre dados dos familiares entrevistados, mas também acerca das interpretações dos pesquisadores, contextualização socioantropológica e categorias de relevância. Além disso, a pesquisa priorizou a análise de formas de perpetração e letalidade por sexo, faixa etária, perfil socioeconômico e fatores associados. As conclusões da pesquisa chamam atenção para doenças graves, deficiências e transtornos mentais como as principais causas para o fenômeno do suicídio entre idosos. Em seguida aparecem a doença da depressão, conflitos familiares e conjugais. Cavalcante e Minayo salientam a importância da qualidade de vida dos idosos, sobretudo dos homens, grupo de maior risco para o suicídio. </p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/autopsias-psicologicas-e-psicossociais-de-idosos-que-morreram-por-suicidio-no-brasil/">Autópsias psicológicas e psicossociais de idosos que morreram por suicídio no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tentativas de suicídio na adolescência: narrativas de uma dor invisível.</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/tentativas-de-suicidio-na-adolescencia-narrativas-de-uma-dor-invisivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2021 22:30:08 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://ippesbrasil.com.br/?post_type=biblioteca&#038;p=5148</guid>

					<description><![CDATA[<p>A partir de um estudo qualitativo, realizado com a colaboração de sete adolescentes entre treze e dezoito anos, a pesquisadora Estela Lourenço busca analisar em sua dissertação de mestrado os possíveis significados frente as experiências de tentativa de suicídios pelo público adolescente. Lourenço aponta três categorias temáticas que emergiram nas leituras das narrativas dos adolescente: relações familiares como espaço primário de apoio e proteção; escola enquanto espaço de aprendizagem, socialização e interação; e relações sociais e de amizade. De acordo...</p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/tentativas-de-suicidio-na-adolescencia-narrativas-de-uma-dor-invisivel/">Tentativas de suicídio na adolescência: narrativas de uma dor invisível.</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de um estudo qualitativo, realizado com a colaboração de sete adolescentes entre treze e dezoito anos, a pesquisadora Estela Lourenço busca analisar em sua dissertação de mestrado os possíveis significados frente as experiências de tentativa de suicídios pelo público adolescente. Lourenço aponta três categorias temáticas que emergiram nas leituras das narrativas dos adolescente: relações familiares como espaço primário de apoio e proteção; escola enquanto espaço de aprendizagem, socialização e interação; e relações sociais e de amizade. De acordo com a autora, determinadas situações vivenciadas e narradas pelos adolescentes como problemas com os pais, comportamento autolesivo, isolamento, bullying, entre outros, podem repercutir e favorecer situações que levem à ideação suicida e/ou tentativas de suicídios. Para a autora a promoção de ações em saúde mental para adolescentes são fundamentais e necessárias para a prevenção do comportamento suicida. </p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/tentativas-de-suicidio-na-adolescencia-narrativas-de-uma-dor-invisivel/">Tentativas de suicídio na adolescência: narrativas de uma dor invisível.</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Recomendações Baseadas em Evidências para a Prevenção do Suicídio Durante e Após a Pandemias da COVID-19</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/recomendacoes-baseadas-em-evidencias-para-a-prevencao-do-suicidio-durante-e-apos-a-pandemias-da-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2021 17:45:54 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://ippesbrasil.com.br/?post_type=biblioteca&#038;p=5096</guid>

					<description><![CDATA[<p>O suicídio é um fenômeno evitável. Esta é a principal premissa defendida por neste artigo que busca demonstrar os fatores de risco e proteção afetados pela pandemia de Covid-19, e que acabaram por contribuir para o aumento dos casos de suicídio. Ademais, o artigo elenca as estratégias preventivas focadas nos tratamentos farmacológicos e psicológicos disponíveis para os indivíduos que apresentam comportamento suicida. De acordo com o modelo sócio-ecológico da OMS, variáveis como crise econômica na esfera social, discriminação no nível...</p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/recomendacoes-baseadas-em-evidencias-para-a-prevencao-do-suicidio-durante-e-apos-a-pandemias-da-covid-19/">Recomendações Baseadas em Evidências para a Prevenção do Suicídio Durante e Após a Pandemias da COVID-19</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O suicídio é um fenômeno evitável. Esta é a principal premissa defendida por neste artigo que busca demonstrar os fatores de risco e proteção afetados pela pandemia de Covid-19, e que acabaram por contribuir para o aumento dos casos de suicídio. Ademais, o artigo elenca as estratégias preventivas focadas nos tratamentos farmacológicos e psicológicos disponíveis para os indivíduos que apresentam comportamento suicida. De acordo com o modelo sócio-ecológico da OMS, variáveis como crise econômica na esfera social, discriminação no nível da comunidade, conflitos interpessoais e solidão no que tange aos relacionamentos e transtornos mentais no nível individual, contribuem para o aumento da depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, uso abusivo de bebidas álcool  e, em última instância, para o risco de suicídio. No entanto, segundo os pesquisadores, este cenário é possível de ser revertido a partir de estratégias como a restrição do acesso a meios letais, intervenções em escolas, divulgação responsável de notícias nas mídias e entre outros. </p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/recomendacoes-baseadas-em-evidencias-para-a-prevencao-do-suicidio-durante-e-apos-a-pandemias-da-covid-19/">Recomendações Baseadas em Evidências para a Prevenção do Suicídio Durante e Após a Pandemias da COVID-19</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Adaptation of evidence-based suicide prevention strategies during and after the COVID-19 pandemic</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/adaptation-of-evidence-based-suicide-prevention-strategies-during-and-after-the-covid-19-pandemic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2021 16:05:53 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://ippesbrasil.com.br/?post_type=biblioteca&#038;p=5088</guid>

					<description><![CDATA[<p>O suicídio é um fenômeno evitável. Esta é a principal premissa defendida por neste artigo que busca demonstrar os fatores de risco e proteção afetados pela pandemia de Covid-19, e que acabaram por contribuir para o aumento dos casos de suicídio. Ademais, o artigo elenca as estratégias preventivas focadas nos tratamentos farmacológicos e psicológicos disponíveis para os indivíduos que apresentam comportamento suicida. De acordo com o modelo sócio-ecológico da OMS, variáveis como crise econômica na esfera social, discriminação no nível...</p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/adaptation-of-evidence-based-suicide-prevention-strategies-during-and-after-the-covid-19-pandemic/">Adaptation of evidence-based suicide prevention strategies during and after the COVID-19 pandemic</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O suicídio é um fenômeno evitável. Esta é a principal premissa defendida por neste artigo que busca demonstrar os fatores de risco e proteção afetados pela pandemia de Covid-19, e que acabaram por contribuir para o aumento dos casos de suicídio. Ademais, o artigo elenca as estratégias preventivas focadas nos tratamentos farmacológicos e psicológicos disponíveis para os indivíduos que apresentam comportamento suicida. De acordo com o modelo sócio-ecológico da OMS, variáveis como crise econômica na esfera social, discriminação no nível da comunidade, conflitos interpessoais e solidão no que tange aos relacionamentos e transtornos mentais no nível individual, contribuem para o aumento da depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, uso abusivo de bebidas álcool  e, em última instância, para o risco de suicídio. No entanto, segundo os pesquisadores, este cenário é possível de ser revertido a partir de estratégias como a restrição do acesso a meios letais, intervenções em escolas, divulgação responsável de notícias nas mídias e entre outros. </p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/adaptation-of-evidence-based-suicide-prevention-strategies-during-and-after-the-covid-19-pandemic/">Adaptation of evidence-based suicide prevention strategies during and after the COVID-19 pandemic</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Especificidades sobre processo de luto frente ao suicídio</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/especificidades-sobre-processo-de-luto-frente-ao-suicidio-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2021 18:18:18 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://ippesbrasil.com.br/?post_type=biblioteca&#038;p=5063</guid>

					<description><![CDATA[<p>Neste artigo Karina Fukumitsa e Maria Júlia Kovács apresentam as especificidades em torno do processo de luto após a morte em razão de suicídio. Para tal, as autoras realizam uma análise comparativa entre o processo de luto após o suicídio e os demais lutos ( em decorrência por outros tipos de morte) com base em nove depoimentos de filhos de pessoas que consumaram o suicídio. O artigo revela que o luto em razão do suicídio é caracterizado por sentimentos como...</p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/especificidades-sobre-processo-de-luto-frente-ao-suicidio-2/">Especificidades sobre processo de luto frente ao suicídio</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste artigo Karina Fukumitsa e Maria Júlia Kovács apresentam as especificidades em torno do processo de luto após a morte em razão de suicídio. Para tal, as autoras realizam uma análise comparativa entre o processo de luto após o suicídio e os demais lutos ( em decorrência por outros tipos de morte) com base em nove depoimentos de filhos de pessoas que consumaram o suicídio. O artigo revela que o luto em razão do suicídio é caracterizado por sentimentos como culpa, raiva, sensação de desamparo, solidão, rejeição, abandono e entre outros. </p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/especificidades-sobre-processo-de-luto-frente-ao-suicidio-2/">Especificidades sobre processo de luto frente ao suicídio</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Homicídio, suicídio, morte acidental&#8230; ‘O que foi que aconteceu?’</title>
		<link>https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/homicidio-suicidio-morte-acidental-o-que-foi-que-aconteceu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Fonte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2020 14:28:41 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://ippesbrasil.com.br/?post_type=biblioteca&#038;p=4719</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quais os critérios adotados para se classificar uma morte como “homicídio”, “suicídio”, “acidente” ou “morte natural”? Este é o questionamento principal que o presente artigo busca responder. Para tal, foram analisadas as receitas profissionais utilizadas pelo staff da perícia criminal na tipificação de ocorrências. A pesquisa realizada em 2012 contou com a observação de 19 “perícias de local do crime” na cidade do Rio de Janeiro. Segundo as autoras, os resultados demonstram que há uma diferença em relação as práticas...</p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/homicidio-suicidio-morte-acidental-o-que-foi-que-aconteceu/">Homicídio, suicídio, morte acidental&#8230; ‘O que foi que aconteceu?’</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quais os critérios adotados para se classificar uma morte como “homicídio”, “suicídio”, “acidente” ou “morte natural”? Este é o questionamento principal que o presente artigo busca responder. Para tal, foram analisadas as receitas profissionais utilizadas pelo staff da perícia criminal na tipificação de ocorrências. A pesquisa realizada em 2012 contou com a observação de 19 “perícias de local do crime” na cidade do Rio de Janeiro. Segundo as autoras, os resultados demonstram que há uma diferença em relação as práticas adotadas em casos de morte típicos quando comparadas as receitas seguidas pelo mesmo staff nos casos de morte atípicos. Concluiu-se que o trabalho da perícia parece pouco contribuir para a elucidação da autoria em casos típicos de mortes classificadas como homicídios. Além disso, a pesquisa indica a prevalência de desigualdade social no processo de investigação dos casos de homicídios. </p>
<p>O post <a href="https://www.ippesbrasil.com.br/biblioteca-digital/homicidio-suicidio-morte-acidental-o-que-foi-que-aconteceu/">Homicídio, suicídio, morte acidental&#8230; ‘O que foi que aconteceu?’</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.ippesbrasil.com.br">IPPES - Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
