Em “Gênero e Suicídio no Rio de Janeiro”, Soares, Campagnac e Guimarães, analisam o fenômeno do suicídio por uma ótica quantitativa e revelam que só na cidade do Rio de Janeiro se suicidam entre 300 e 400 pessoas por ano. Segundo o artigo, o suicídio cresce no Brasil em um ritmo moderado, previsível e independente em relação as mudanças da renda per capita ou da desigualdade de renda. Considerando a subnotificações dos casos, os autores afirmam que embora o suicídio não seja considerado um crime, trata-se de um tema extremamente relevante de Segurança Pública e que deve ser alvo de políticas de caráter preventivo.