Publicações

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2020

Boletim de Notificação de Mortes Violentas Intencionais e Tentativas de Suicídios na Segurança Pública no Brasil.

Resumo: O Boletim é uma publicação anual que discute as dinâmicas dos de suicídio e tentativas declarados por atores das instituições de segurança pública do país, que voluntariamente colaboram com a equipe de pesquisadores do IPPES. Sua meta é produzir conhecimentos para fomentar ações institucionais e políticas públicas de prevenção de violências autoprovocadas na Segurança Pública no Brasil. O Boletim está organizado em seis seções: A primeira apresenta a metodologia, a segunda aborda as definições e magnitude do suicídio consumado e homicídio seguido de suicídio, a terceira discorre sobre as mortes por suicídios consumados e homicídios seguidos por suicídio na segurança pública, a quarta trata das dinâmicas e peculiaridades dos suicídios consumados e homicídios seguidos por suicídio, a quinta debate é possível prevenir o suicídio e os casos de homicídios seguidos por suicídio na segurança pública e o sexto apresenta recomendações para a prevenção desses fenômenos.

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2020

É possível prevenir o suicídio policial no Brasil?
Dayse Miranda e Fernanda Novaes Cruz

Resumo:

O artigo foi produzido com exclusividade para a edição número 56 do newsletter semanal Fonte Segura, elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e pela Analítica Comunicação, a fim de marcar a campanha Setembro Amarelo na segurança pública. Valorizando a qualidade de vida, as autoras enfocam aspectos positivos de uma vida saudável, valorizando os fatores protetivos como chaves para a prevenção do comportamento suicida. O artigo também apresenta uma reflexão, sobretudo para gestores da segurança pública: a sociedade brasileira precisa pensar e buscar conhecimento para formular políticas públicas. Estamos preparados para investir em prevenção de suicídio?

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2019

“Uma análise crítica sobre suicídio policial”. Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo; o Conselho Federal de Psicologia e o Conselho Regional de Psicologia de São Paulo. In: capítulo 4: O Suicídio Policial em São Paulo: o que sabemos? P. 47- 57

Resumo: No Brasil, as taxas de suicídio de policial são também instáveis. São estatísticas variam muito ano a ano e entre unidades federativas. Dados oficiais e não oficiais sugerem que o risco ao suicídio entre policiais é alto por representarem uma categoria ocupacional suscetível a fatores estressantes e situações violentas e traumáticas. Esse fenômeno está entre um dos mais graves riscos de vitimização que comprometem não somente o desempenho profissional de policiais, mas também a segurança dos cidadãos. Este artigo visa discutir as questões chave do suicídio policial no estado de São Paulo segundo os achados de pesquisas internacionais e nacionais. Em que condições policiais cometem suicídio? O que há de comum e específico no risco de suicídio policial e contextos organizacionais e socioculturais distintos?

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2019

2019 – Boletim de Notificação de Mortes Violentas Intencionais e Tentativas de Suicídios na Segurança Pública no Brasil.

Resumo: O Boletim de notificação de mortes violentas intencionais e tentativas de suicídio na Segurança Pública no Brasil é uma publicação anual que visa discutir as dinâmicas dos casos declarados por atores das instituições de segurança pública do país, que voluntariamente colaboram com a equipe de pesquisadores do IPPES. Sua meta é produzir conhecimentos para fomentar ações institucionais e políticas públicas de prevenção de violências autoprovocadas na Segurança Pública no Brasil. Esse documento está organizado em quatro seções. A primeira apresenta a distribuição dos casos segundo as categorias de análise do banco de dados. A segunda aborda o perfil sócio demográfico e profissional das vítimas de suicídio consumado, tentativa de suicídio e homicídio seguido de suicídio (H/S). A terceira é dedicada à análise dos casos de suicídio consumado, tentativa de suicídio e homicídio seguidos por suicídios segundo as unidades federativas brasileiras informadas. A quarta e última seção discute as circunstâncias dos fatos (a situação funcional, o instrumento utilizado, o local do fato e as motivações associados aos casos reportados). Finalmente, tecemos as considerações finais.

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2017

O Comportamento Suicida entre Profissionais de Segurança Pública e Prevenção no Brasil

Resumo: Este artigo integra a Coleção Pensando a Segurança Pública (v.6) de Direitos humanos, grupos vulneráveis e segurança – Brasília : Ministério da Justiça e Cidadania, Secretaria Nacional de Segurança Pública 2016. 302 p. : il. O artigo O COMPORTAMENTO SUICIDA ENTRE PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA PÚBLICA E PREVENÇÃO NO BRASIL está no quinto capítulo desta obra. Seu objetivo é discutir as dimensões e a gravidade das manifestações suicidas entre profissionais de segurança pública no Brasil. Nossa análise privilegiou os policiais militares por reunir inúmeros fatores estressantes em comparação aos demais profissionais da área de segurança. O estudo concluiu que policiais militares insatisfeitos com a valorização da polícia pela sociedade, as oportunidades de ascensão na carreira, o regulamento disciplinar e com pouco contato com os profissionais de saúde mental são mais vulneráveis à declaração de pensamentos e atos suicidas na amostra investigada. Por último, observamos que as organizações militares dos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e da Bahia têm um problema em comum: uma possível relação entre a inexistência de políticas de prevenção do suicídio entre policiais e a negligência institucional…

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2017

Artigo: As percepções do comportamento suicida na Polícia Militar do Estado da Bahia. Dayse Miranda, Lidiane Menezes e Pablo Nunes Salvador, Revista Brasileira de Psicologia.

Resumo: Esse trabalho apresenta parte dos resultados do projeto de pesquisa “Suicídio entre Profissionais Policiais Militares: uma análise institucional”, realizado em todo território nacional, no ano de 2014. O estudo privilegiou a categoria ocupacional policial militar por reunir inúmeros fatores estressantes em comparação aos demais profissionais da área de segurança, tais como precárias condições de trabalho; contato com as piores tragédias humanas; sobrecarga de trabalho; encontros tensos com a população; salários baixos; permanente risco de vida e conflitos nas relações hierárquicas e disciplinares (SOUZA, et. al, 2012).

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2017

Artigo: Entre baleias e porquês: “Efeito de Werther” na Sociedade em Rede Pablo Nunes Salvador, Revista Brasileira de Psicologia.

Resumo: O suicídio ganhou destaque na agenda pública tanto nacional quanto internacionalmente. Isso se deveu, principalmente, a dois fatores: o surgimento do “desafio da Baleia Azul” e a série transmitida pela Netflix2 chamada “13 reasons why” Este texto buscou problematizar a prevenção do suicídio no contexto de uma Sociedade em Rede A primeira frente a ser desenvolvida para responder a questão é o desenvolvimento de pesquisas que procurem rastrear não só os novos mecanismos de disseminação de notícias e materiais que podem ser causadores do “efeito imitação”, mas também que busquem responder se há e qual o impacto desse comportamento online nas taxas de suicídio.

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2016

Artigo: O Suicídio Policial: O que sabemos?

Resumo: Policiais são apontados na literatura internacional como um grupo de alto risco de morte por suicídio. A taxa de suicídio de policiais de Nova Iorque foi o dobro da taxa da população geral, em 1994. No Brasil, o diferencial das taxas de suicídio de policiais e da população é também expressivo. Musumeci e Muniz (1998) constaram que a taxa de suicídio da Polícia Militar da cidade do Rio de Janeiro, em 1995, foi 7,6 vezes a da população geral. Como explicar essas estatísticas? Quais são fatores de risco do suicídio policial? Em que condições policiais comete suicídio? Esse artigo revisa os resultados de pesquisas norte-americanas, inglesas e nacionais, que testaram a relação entre as mortes por suicídio e os fatores associados à ocupação de policial.

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2016

Por que Policiais se Matam? Diagnóstico e prevenção do comportamento suicida na polícia militar do Estado do Rio de Janeiro / organização Dayse Miranda. – 1. ed. – Rio de Janeiro : Mórula Editorial, 2016.

Resumo: Esta obra reúne os principais achados do projeto de pesquisa “Suicídio e Risco Ocupacional: o caso da Polícia Militar do estado do Rio de Janeiro” Trata-se de um estudo exploratório que buscou investigar o perfil de policiais militares, a gravidade e as dimensões do problema no estado do Rio de Janeiro. Quem são os policiais militares que se matam? E os que pensam, mas não tentam suicídio? E os que pensam e tentam se matar? Por que agentes de segurança pública tentam se matar? Em que condições, policiais militares pensam, tentam e cometem suicídio? Quais são fatores associados ao comportamento suicida entre policiais militares da PMERJ? Essas algumas das questões que este livro buscou responder.

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2007

As Vítimas Ocultas da Violência na cidade do Rio de Janeiro. Col. Segurança e Cidadania. Autores: – Soares, Glaucio Ary Dillon – Miranda, Dayse – Borges, Doriam | Marca: Civilização Brasileira

Resumo: Em AS VÍTIMAS OCULTAS DA VIOLÊNCIA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO — terceiro volume da Coleção Segurança e Cidadania, coordenada por Julita Lembgruber —, os organizadores apresentam os resultados de uma pesquisa inédita, focalizando as vítimas ocultas da violência no município do Rio de Janeiro. O objetivo é mostrar a gravidade do problema e gerar uma base de informações necessária à formulação de políticas públicas voltadas para o apoio a essas vítimas.

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2005

Artigo. Gênero e Trauma. Sociedade e Estado, Brasília, v. 20, n. 1, p. 135-162, jan./abr. 2005 Autores: Gláucio Ary Dillon Soares e Dayse Miranda.

Resumo: As consequências sociais e psicológicas da violência urbana sobre os parentes e amigos de pessoas vitimadas por mortes violentas (homicídio, suicídio ou acidentes) são analisadas à luz das diferenças de gênero. A literatura especializada nesta área propõe que mulheres e homens vivenciam experiências traumáticas de forma peculiar. Porém, os traumas típicos são diferentes em cada gênero, deixando em aberto a questão sobre quanto das diferenças entre as respostas se devem a gênero e quanto se devem ao tipo de trauma.

Testamos a hipótese de que as mulheres são mais suscetíveis à desordem de estresse pós-trauma (DEPT) numa situação traumática comum, usando dados qualitativos e quantitativos. Comparamos os sintomas do trauma e as percepções sobre o significado da perda de seus entes queridos. Os resultados revelaram que 54% das mulheres e 41% dos homens tiveram o cotidiano alterado depois da morte de um parente/amigo. O artigo conclui que as mulheres sentem mais as perdas do que os homens, mas que parte das diferenças não são internas aos gêneros, mas externas eles, dependendo das interações e dos contatos pessoais.

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Produção Acadêmica


2016

Monografia. Suicídio e Ocupação: análise das publicações no Brasil.
Autora: Lidiane Pereira Raposo de Menezes

Resumo: O suicídio é um fenômeno complexo e multifatorial, reconhecido mundialmente como um problema de saúde pública. O presente estudo visa compreender como a literatura nacional aborda o tema suicídio ocupacional, em particular, o comportamento suicida entre policiais. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica entre os anos de 1980 e 2014. Foram feitas buscas nas bases de dados Scielo Brasil, Capes e Google Scholar (Google Acadêmico) por meio da combinação da palavra “suicídio” e categorias ocupacionais, indicadas pela literatura internacional. Também foram utilizadas as combinações de palavras suicídio e ocupação, suicídio e trabalho, suicídio e risco ocupacional, suicídio e profissão. A pesquisa levantou 17 publicações nas áreas de Administração, Enfermagem, Medicina, Psicologia, Psiquiatria, Saúde Pública, Saúde Coletiva, Saúde Ocupacional e Sociologia, sendo Medicina e Psicologia as áreas com maior número de publicações, com três estudos cada uma. A organização e a análise do conteúdo coletado foram processadas por meio do programa N VIVO versão 11, software de análise de dados qualitativos. A pesquisa revelou que o processo de trabalho, a forma como ele é organizado, e as características de ocupações específicas, por exemplo, o elevado estresse e desgaste emocional e físico decorrente de cobranças excessivas, bem como a precarização e instabilidade no emprego, são fatores associados ao suicídio de trabalhadores, especialmente entre médicos e estudantes de medicina, bancários e policiais.

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2016

Dissertação de Mestrado apresentada ao Curso de Mestrado em Sistemas de Gestão da Universidade Federal Fluminense
Autora: Meire Cristine Ferreira de Souza

Resumo: A saúde do trabalhador no serviço público no Brasil vem demonstrando através dos dispositivos legais, um esforço no aprimoramento e cumprimento nas ações de atenção à saúde de seus servidores públicos, seja na esfera federal, estadual e municipal. A autora discute a relação do trabalho policial com a saúde dos policiais a partir da pesquisa bibliográfica e análise de documentais e de entrevistas semiestruturadas. O presente estudo buscou essencialmente dar visibilidade à importância de um Sistema de Informações em Saúde do Trabalhador, focando nas Instituições Policiais do Estado do Rio de Janeiro.

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2015

Dissertação de Mestrado: Tiro de Misericórdia: Uma análise dos Fatores Institucionais do Suicídio na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro – PMERJ
Autora: Tatiana Guimarães Sardinha Pereira.

Resumo: A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que em 2020 ao redor do mundo, se mantidas as condições atuais, cerca de 1,53 milhões de pessoas morrerão por suicídio. A associação entre suicídio e ocupação tem sido alvo de diversas pesquisas empíricas internacionais. O presente estudo tem como objetivo analisar de que forma a organização policial militar carioca pode tornar o agente da lei mais vulnerável à morte por suicídio. O estresse presente na atividade policial surge como um dos fatores mais proeminentes no risco de suicídio dos agentes da lei. Compreender como os policiais lidam com o risco de morte e as pressões sociais sobre seu trabalho são fatores relevantes para o estudo do suicídio policial. Na PMERJ, o estresse é (re)tratado como algo inerente a atuação policial, em contrapartida, poucas são as ações institucionais destinadas a redução do alto estresse a que estão submetidos. Este estudo buscou contribuir para melhor compreensão das manifestações suicidas existentes entre os policiais militares.

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2012

Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) – Suicídio e Ocupação
Autora: Tatiana Guimarães Sardinha Pereira.

Resumo: A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que em 2020 ao redor do mundo, se mantidas as condições atuais, cerca de 1,53 milhões de pessoas morrerão por suicídio. No Brasil, na década de 1990, mais de um milhão de pessoas morreram vítimas de mortes violentas (acidentes, homicídios e suicídios). Este trabalho está dividido em quatro capítulos, cada um contribui para investigar de que maneira podemos compreender melhor a distribuição do suicídio entre as diferentes ocupações no Brasil. No primeiro capítulo, retomamos o estudo do suicídio em textos clássicos das Ciências Sociais. No segundo, fizemos uma revisão da literatura especializada sobre a temática – Suicídio e Ocupação. O terceiro capítulo explica como este trabalho foi desenvolvido —as dificuldades e limitações impostas pela qualidade dos dados, as escolhas metodológicas e a maneira como foram realizados os cálculos de taxas— e apresenta o perfil dos suicidas no Brasil. Por fim, o quarto capítulo apresenta os resultados das análises de suicídio e ocupação, analisando as taxas de cada grupo ocupacional e algumas ocupações específicas. Este trabalho procurou contribuir para um melhor entendimento desta relação no Brasil. Entretanto, é necessário salientar que a limitação dos dados e a ausência de outros estudos sobre este tema limitaram nossa capacidade de contribuição …

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