
IPPES no 6º Congresso da ABEPS
O Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio (IPPES) parti...
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O suicídio definitivamente entrou para as agendas de preocupações de diferentes governos e instituições. Entre estas, as empresas de tecnologia e redes sociais tem se esforçado para criar ferramentas de prevenção do suicídio, bem como filtros específicos para determinados conteúdos que podem ser danosos.
O caso mais recente é o do Twitter. Após uma série de homicídios cometidos por um serial killer (1), utilizando o microblog para rastrear usuários com pensamentos suicidas, a empresa divulgou um conjunto de alterações em sua política de uso como forma de prevenir esse tipo de utilização do site (2). Outras empresas tem ferramentas semelhantes, como o Facebook (3) e o Google (4).
Mas a utilização de ferramentas de prevenção ao suicídio não é uma realidade em todas as companhias de tecnologia. O buscador da Microsoft, o Bing, foi acusado pelo site MSPoweruser de disponibilizar de maneira facilitada diversos meios de suicídio e conteúdos relacionados. Estudo realizado em Taipei(5) revelou que as taxas de suicídio da cidade possuíam correlação forte com os montantes de buscas aos termos “como se matar”.
É inescapável que a Microsoft realize uma discussão interna sobre formas de prevenir o suicídio dentro de seus sites, e que esses esforços possam ser divulgados de maneira transparente para seus usuários.
*Aqui um link em português sobre o caso:
https://olhardigital.com.br/noticia/buscador-bing-nao-possui-ferramenta-para-evitar-suicidios/72450
Fontes:

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